Brasileiros criam máquina para extrair metais preciosos de lixo eletrônico

Pensando em diminuir o impacto ambiental do descarte de lixo eletrônico, pesquisadores do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, de Campinas, São Paulo, desenvolveram uma máquina capaz de extrair metais preciosos presente em celulares, peças de computador e componentes eletrônicos em geral.

O projeto foi iniciado em 2014 como parte do programa Ambientronic e combina diversos processos mecânicos capazes, inclusive, de separar o metal pesado existente em cada peça. A ideia agora é ampliar a iniciativa e desenvolver uma planta industrial capaz de realizar esse tipo de reciclagem em larga escala.

O programa do CTI Renato Archer conta com parcerias empresas e representantes da indústria no Brasil a fim de estabelecer normas para produção, descarte e reciclagem de equipamentos eletrônicos, informa o site Inovação Tecnológica. A ideia é garantir que todos os envolvidos nesse processo sejam capacitados para reduzir o impacto ambiental do lixo eletrônico.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/ciencia/131891-brasileiros-criam-maquina-extrair-metais-preciosos-lixo-eletronico.htm

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Para que serve inteligência artificial?

A sofisticação das ferramentas digitais e a enorme quantidade de informações às quais se tem acesso atualmente foram responsáveis por popularizar a expressão “inteligência artificial” (IA). Para muitos, porém, ainda não está claro o que IA realmente significativa e quais são as possibilidades que se abrem quando o recurso passa a ser utilizado em larga escala.

De início, IA pode ser definida como a capacidade de uma máquina reconhecer elementos como imagens, palavras e fala. Acontece que os avanços tecnológicos permitiram alcançar um grau de desenvolvimento tão elevado que o outro lado da IA é a possibilidade de que uma máquina aprenda e passe a raciocinar de formas muito similares às das pessoas.

Um teclado.

Mas, se a IA permite que as máquinas aprendam diversos processos, como os mencionados acima, não é exatamente uma novidade, correto? Em parte, sim. Já faz algum tempo que o recurso está disponível, mas o campo tem crescido significativamente nos últimos anos. Isso se deve a três fatores que estão acontecendo ao mesmo tempo: a potência massiva de computação da nuvem, a disponibilidade de enormes conjuntos de dados que podem ser usados para treinar sistemas de IA e as inovações no desenvolvimento de algoritmos e métodos de IA.

A essa altura, já deve ter dado para perceber que as possibilidades oferecidas pela IA são inúmeras. Nesse sentido, a Microsoft leva vantagem em cada um dos fatores que resultaram na disseminação da IA nos últimos anos, presentes em diversos produtos da empresa. Com o Azure, ela aproveita o imenso poder de computação da nuvem para armazenar, processar e analisar grandes conjuntos de dados que são usados para treinar sistemas de IA.

Já os gráficos de dados de serviços como Bing, Office e LinkedIn ajudam a desenvolver e treinar sistemas de IA. Por fim, a Microsoft implementa diversas inovações em IA através de sua rede mundial de laboratórios de pesquisa, trazendo novidades em áreas desde o reconhecimento de fala até tratamentos de saúde.

Um gráfico.

Quais vantagens a IA pode gerar para as pessoas?

Uma das principais possibilidades oferecidas pela IA é poupar o tempo das pessoas e liberá-las para trabalhos mais interessantes, ajudando com tarefas como manter o controle de compromissos ou com a automatização de alguns processos para rastrear bugs em softwares.

À medida que os sistemas de IA se tornarem mais sofisticados, a tendência é que a tecnologia também seja fundamentalmente mais útil e intuitiva. Atualmente, ainda estamos nos estágios iniciais de compreender o que os sistemas de IA serão capazes de fazer. Por enquanto, eles são muito bons em realizar certas atividades, como reconhecer fotos ou palavras, mas não se comparam sequer à capacidade de um bebê no que diz respeito a entender o mundo ao seu redor com uma combinação de sentidos como o tato, a visão, a audição e o olfato.

A grande diferença da IA para o cenário em que ela não é utilizada é que a tecnologia pode aprender a se adaptar a como as pessoas querem trabalhar e viver. Em vez de digitar um email no telefone, por exemplo, é possível ditá-lo usando o reconhecimento de fala. Com a IA, pessoas cegas ou com visão fraca podem usar tecnologia capacitada por IA para obter uma explicação detalhada do mundo ao seu redor.

Os sistemas de IA podem traduzir conversas em tempo real, permitindo que as pessoas superem barreiras linguísticas facilmente. Em suma, sistemas que usam IA podem entender melhor, prever e responder às necessidades das pessoas. Isso ajuda a abordar problemas que não poderiam ser resolvidos antes, além de liberar tempo para que o usuário desempenhe tarefas mais complexas.

Um celular.

Como utilizar as ferramentas de IA disponíveis atualmente?

A Microsoft tem utilizado IA para tudo, oferecendo recursos muito avançados no que diz respeito à qualidade de seus serviços. A empresa combate golpes de suporte técnico por meio de IA, mas também a usa para ajudar os usuários a criar apresentações melhores no PowerPoint.

A IA ainda está presente no Microsoft Translator, que lança mão de uma técnica chamada de aprendizado profundo para oferecer traduções mais fluentes e que soem mais naturais. Já no Bing, a IA apresenta respostas diretas para determinadas consultas e pode até, em alguns casos, resumir duas perspectivas diferentes sobre um tópico controverso.

Outras aplicações da IA por parte da Microsoft estão diretamente atreladas à preocupação quanto a preservar o meio ambiente. Parte da iniciativa AI for Good, pertencente à empresa, emprega a tecnologia para descobrir como cultivar mais alimentos utilizando menos recursos naturais. Já para quem estiver interessado em incorporar a IA a seus produtos, a Microsoft oferece ferramentas como Cognitive Services e Azure Bot Service.

Um computador.

Há riscos na utilização de IA?

A Microsoft defende que é essencial desenvolver e adotar princípios claros para guiar as pessoas construindo, usando e aplicando sistemas de IA. Tais princípios deveriam, entre outras coisas, garantir que os sistemas de IA sejam justos, confiáveis, seguros, privados, protegidos, inclusivos, transparentes e responsabilizáveis. A empresa também acredita que as equipes de pessoas encarregadas por projetar os sistemas de IA devem refletir a diversidade do mundo atual.

A abordagem da Microsoft à IA é baseada na missão da empresa de ajudar todas as pessoas e organizações do planeta a realizar mais. Assim, ela considera que os avanços em IA mais resolverão desafios do que os criarão.

Fonte: https://www.tecmundo.com.br/mercado/131763-para-serve-inteligencia-artificial-vantagens-riscos.htm

Razer lança mouse sem fio que nunca precisa ser recarregado no Brasil

Mouses sem fio são cada vez mais comuns, caindo no gosto do público pela liberdade de movimentação que oferecem. A contrapartida é que eles dependem de pilhas ou baterias internas, de modo que a energia pode acabar bem na hora mais importante. O novo mouse da Razer recém-lançado no Brasil acaba com essa inconveniência dos mouses sem fio.

O modelo em questão é o Mamba Hyperflux, que aproveita as últimas tecnologias de recarga sem fio. Para nunca ficar sem bateria, ele puxa a energia diretamente de um mousepad específico, que é vendido junto do mouse. A base deve ser mantida conectada a uma fonte de energia constante por fios, então o sistema não está totalmente livre de cabos.

O mousepad utiliza um campo magnético para transmitir energia para o mouse em tempo real, dispensando o uso de uma bateria interna no periférico, tornando-o mais leve e, consequentemente mais rápido, o que pode ser uma vantagem para o público-alvo da Razer, que são os jogadores de PC.

Uma preocupação que esse público pode ter é se o mouse não vai desligar automaticamente ao se afastar alguns milímetros ou centímetros do mousepad, o que pode atrapalhar quem joga de forma um pouco mais agressiva. Segundo a Razer, ainda que não tenha bateria, o Mamba possui capacitores internos que permitem armazenar um pouco de energia para que o mouse continue funcionando por até 10 segundos afastado da base.

No entanto, o kit não sairá barato. O produto foi revelado na CES deste ano com o preço sugerido de US$ 250, mas chega ao Brasil custando R$ 1.500, como um kit que inclui o mouse e o teclado.

A Razer havia informado no início do ano que a tecnologia Hyperflux para recarga sem fio não será exclusiva deste modelo específico de mouse. A empresa também pretende lançar outros mouses que também não dependam de pilhas ou bateria interna para continuar funcionando.

Fonte: Olhar Digital

Waze pede para usuários informarem postos que não têm combustível

O aplicativo de trânsito Waze está pedindo para os usuários indiquem quais postos de gasolina não possuem combustível, por conta da paralização dos caminhoneiros e a alta demanda nas cidades.

A plataforma enviou um alerta para 9 milhões de usuários pedindo para que eles compartilhassem informações sobre quais postos ainda tem combustível, quais não tem mais, além dos preços que estão sendo aplicados.

Ao aproximar-se de um posto de gasolina, o aplicativo solicita que o usuário informe dados, incluindo a opção “Atualize disponibilidade local de combustível”.

Reprodução

O Waze já costuma avisar os motoristas sobre os preços dos postos de gasolina e, atualmente, a função pode ajudar os usuários a evitarem o trânsito causado em volta dos estabelecimentos, além de impedir que as pessoas fiquem sem conseguir abastecer o carro.

Fonte: Olhar Digital