Criança de seis anos é mais esperta que inteligência artificial do Google

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Há quem tema que o desenvolvimento de inteligências artificiais cause mudanças profundas na sociedade e até mesmo ameace o futuro da humanidade, mas aparentemente ainda estamos bem longe disso acontecer. Segundo um estudo recente, a mais avançada inteligência artificial da atualidade ainda não é mais esperta do que uma criança de seis anos.

Um estudo publicado por cientistas chineses mostrou que a inteligência artificial por trás do AlphaGo, o computador do Google que venceu o campeão mundial de Go, é mais avançada que concorrentes, mas ainda não se compara a um ser humano. Cerca de 50 sistemas de inteligência artificial foram testados, e o do Google conseguiu o valor mais alto em um teste de QI, com 47,28, mais do que o dobro da Siri da Apple, por exemplo.

Os cientistas avaliaram a habilidade de “adquirir, dominar, criar e retornar conhecimento” dos sistemas e também de três humanos com 18, 12 e 6 anos. Um teste foi realizado em 2014, e outro em 2016. Nesse período, a AI do Google foi a que melhorou mais rapidamente, saltando de um QI de 26,5 para 47,28. Enquanto isso, a criança de 6 anos conseguiu 55,5 pontos no mesmo teste.

As inteligências artificiais ainda estão em desenvolvimento e são vistas por muita gente como o futuro da sociedade. Há quem defenda que o país que dominar primeiro as AIs vai ser a maior potência do mundo, enquanto outros temem que robôs iniciem guerras e dominem a humanidade. É cedo para dizer se algo disso vai acontecer, mas é fato que, no momento, nenhuma máquina consegue superar a capacidade humana.

Fonte: Olhar Digital

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Google pode lançar outra versão paga do YouTube

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Uma análise da versão mais recente do aplicativo do YouTube para Android abriu a possibilidade de que o Google esteja pensando em lançar outra versão paga do seu site de vídeos.

Quem fuçou no arquivo foi o pessoal do Android Police, que encontrou menções a um certo YouTube Plus. E elas não vinham em substituição ao já existente YouTube Red, que está perto de completar dois anos de atividade.

Dentre os pouquíssimos detalhes disponíveis, sabe-se pelos códigos que o tal YouTube Plus provavelmente terá a capacidade de tocar em segundo plano, assim como acontece com o Red.

Fora isso, quase não há informações, mas existem pistas. O blog citou, por exemplo, o fato de que o Google sacou uma extensão para Chrome chamada YouTube Plus em abril, explicando depois que tratava-se de uma violação de direitos — tanto que a ferramenta voltou ao ar mais tarde com o nome Particle for YouTube.

Além disso, como o Google agora também tem um produto chamado YouTube TV, pode ser que o Plus seja uma oferta que reúna o TV e o Red num único pacote — ou até um plano incluindo o Kids também.

Como tudo isso não passa de especulação, porém, é difícil saber o que se passa nos corredores do Google.

Fonte: Olhar Digital

 

Alexa agora é capaz de controlar o Amazon Music em iPhone e Android

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As assistentes virtuais que se cuidem. A partir de agora, a Alexa consegue controlar o Amazon Music independentemente do dispositivo que está sendo usado, ou seja, ela é capaz de funcionar no iPhone e em smartphones Android.

Conforme relata o CNET, a assistente pessoal controlada por voz da Amazon será incorporada ao aplicativo de transmissão de música da companhia para iOS e Android, a princípio, no Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Áustria.

A assistente é capaz de realizar buscas dentro do aplicativo, além de controlar a reprodução das músicas. Além disso, o usuário ainda pode perguntar à assistente sobre o tempo e notícias, mas não é possível acessar serviços de terceiros.

Fonte: Olhar Digital

Os riscos de manter o celular e outros dispositivos conectados ao Bluetooth

Deixar o Bluetooth do celular ligado pode parecer inofensivo. No entanto, existem alguns riscos que os usuários nem imaginam.

Dias atrás, um grupo de pesquisadores da empresa de segurança Armis encontrou uma nova falha que “afeta quase todos os dispositivos conectados ao Bluetooth”.

Segundo a empresa, o problema não atinge apenas smartphones, mas também aparelhos de TV, tablets, computadores portáteis e até automóveis. A falha poderia afetar mais de 5,3 bilhões de dispositivos eletrônicos no mundo.

O problema consiste em um malware (programa malicioso) chamado BlueBorne, que “se expande como o ar” e permite que hackers tomem o controle de aparelhos. Assim, eles conseguem acessar dados pessoais e invadir outros dispositivos conectados.

Além do BlueBorne, há mais riscos vinculados a essa tecnologia, segundo os pesquisadores.

“Nós acreditamos que existam muitas outras vulnerabilidades nas plataformas que usam Bluetooth ainda a serem descobertas”, afirmou a empresa Armis.

Confira abaixo alguns dos perigos desse tipo de conexão e como os usuários podem se proteger.

‘Bluebugging’

Esse tipo de ataque, considerado um dos mais graves, se aproveita de “bugs” (erros) na identificação do dispositivo para conseguir controlá-lo.

Os objetivos dos hackers vão da ciberespionagem e roubo de dados à propagação de vírus e criação da chamada botnet (grupo de máquinas infectadas).

O Blueborne não necessita de nenhuma ação do dono do aparelho para agir, como o click em um link. Bastam dez segundos para que o dispositivo conectado ao Bluetooth seja “invadido”.

‘Bluejacking’

Outro dos perigos é conhecido como “Bluejacking” – uma espécie de envio em massa de spam entre aparelhos conectados ao Bluetooth.

Neste caso, o hacker utiliza um protocolo do sistema para enviar mensagens à vítima através de um VCard (cartão eletrônico), uma nota ou um contato. Normalmente, ele nomeia o spam com o nome do próprio dispositivo para ser mais eficiente.

O principal objetivo do método é irritar usuários – ele não é tão nocivo quanto ataques por meio de malware. Mas hackers já desenvolveram ferramentas que conseguem acesso a agendas, mensagens e dados de celulares.

‘Bluesnarfing’

É mais perigoso que o Bluejacking, pois implica necessariamente o roubo de informações. O mais comum é o furto de contatos, mas a ferramenta também pode acessar outros tipos de dados privados em celulares, tablets e computadores, como mensagens e imagens.

Para conseguir, porém, o invasor deve estar a menos de dez metros do equipamento hackeado.

Como se proteger

  • Microsoft, Google e Linux liberaram a seus clientes “patches” (espécie de programas que realizam correções em dispositivos com falhas);
  • Equipamentos mais modernos podem solicitar um código de confirmação quando alguém tenta se conectar ao dispositivo;
  • Configurar o aparelho para o “modo oculto” para que ele se torne invisível a hackers;
  • É mais seguro manter o Bluetooth desligado quando ele não está sendo usado de fato.

Fonte: G1 Tecnologia