Windows 10 tem base instalada muito maior do que o Windows 7, diz Microsoft

11135941019125-t1200x480

Quem acompanhou as notícias do TecMundo recentemente provavelmente se lembra de que, apenas alguns dias atrás, mostramos informações sobre uma série de estudos que mostravam que o Windows 10 continuava lutando para ultrapassar o Windows 7. A Microsoft, porém, afirma algo diferente: para eles, o novo SO tem vantagem em uma grande margem em comparação ao sistema anterior.

As informações vêm de Tanmay Ganacharya, gerente de grupo chefe do Windows Defender Research. Em uma postagem falando sobre a segurança do Windows 10, o funcionário da Microsoft disse que o “Windows 10 tem uma base instalada muito maior do que o Windows 7”. Considerando que a empresa de Bill Gates provavelmente tem melhores meios de acompanhar os números de suas próprias plataformas, somos inclinados a concordar.

Embora isso seja bastante animador para quem quer ver o Windows 10 triunfar, os números também são um tanto preocupantes pelo fato de que, ainda em novembro de 2017, a Microsoft havia afirmado que o SO tem 600 milhões de usuários ativos mensais. Isso quer dizer que, mesmo juntando os usuários do Windows 8 e 7, podemos ter um total de menos de 1,5 bilhões de usuários ativos na plataforma. Resta, infelizmente, torcer que a empresa revele dados mais completos para tirar nossas dúvidas.

 

Fonte: Tecmundo

Anúncios

YouTube endurece regras para donos de canais ganharem dinheiro; entenda

playlist

YouTube mudou nesta terça-feira (16) as regras para que um canal de vídeo se torne elegível para conseguir levantar dinheiro na plataforma. A partir de agora, ficará ainda mais difícil, porque os canais deverão atingir uma meta de audiência.

Em meio a uma série de críticas devido à produção de alguns criadores, a empresa diz que tomou essa decisão para “spammers, imitadores e outros atores ruins não prejudiquem o ecossistema ou tirem proveito dele”.

Segundo as novas diretrizes, para ingressar no programa de parcerias do YouTube e passar a gerar receita, os canais terão que ter:

  • 1 mil assinantes;
  • 4 mil horas de conteúdo assistido nos últimos 12 meses.

Isso quer dizer que um youtuber tem de acumular, em média, cerca de 11 horas de vídeos assistidos em sua plataforma por dia.

As novas regras começam a valer em 20 de fevereiro, quando o YouTube passará a aplicar os parâmetros mais restritivos a canais existentes.

“Nessa data, canais com menos de 1 mil inscritos ou 4 mil horas vistas não poderão mais ganhar dinheiro no YouTube”, afirmaram os executivos da plataforma, Neal Mohan (diretor de produto) e Robert Kyncl (diretor de negócios), em comunicado conjunto.

Os novos canais deverão se inscrever no programa e só terão o registro avaliado quando atingirem os números de audiência.

Regra antiga

Segundo a plataforma de vídeo do Google, 2017 foi um ano difícil, mas informa o número de canais que faturam na casa do seis dígitos cresceu 40%, em relação a 2016.

No ano passado, a empresa já começou a limitar os canais que poderiam faturar. Em abril de 2017, o YouTube já havia dificultado que canais de vídeo angariassem receita. Somente poderiam se tornar parceiros aqueles que tivessem 10 mil visualizações.

Afetados

O YouTube admite que “um significante número de canais” será atingido. Mas são produtores que ganham pouco dinheiro. “99% dos afetados fizeram menos de US$ 100 no ano passado, com 90% faturando menos de US$ 2,50 no último mês”, afirmam os executivos.

Após a implementação dos novos patamares de audiência, os canais que ficarem abaixo da meta ainda receberão valores residuais, pagos pelo YouTube de acordo com as regras antigas.

“Depois de profundas considerações, nós acreditamos que isso é um compromisso necessário para proteger nossa comunidade.”

Fonte: Tecmundo

Bitcoin pode perder 50% do valor atual, dizem analistas do Citi

3

O bitcoin pode perder 50% de seu valor em relação ao nível atual, em meio a temores de investidores de que autoridades regulatórias reprimam a negociação de moedas digitais, afirmaram analistas do Citi, nesta quarta-feira (17).

A moeda digital mais conhecida do mundo, que perdeu o nível de US$ 10 mil, poderá cair para entre US$ 5.605 e US$ 5.673 , com base em fatores técnicos. Este movimento “parece muito provável de ocorrer muito rapidamente”, escreveram os analistas em relatório.

Às 13h57, o bitcoin era negociado em queda de 16,44 %, cotado a US$ 9.514, na bolsa Bitstamp, em Luxemburgo.

Em dezembro, a moeda tinha atingido cotação de quase US$ 20 mil, chegando a ultrapassar esse nível em outras bolsas, mas desde então tem passado por forte desvalorização.

Outras criptomoedas também caíam nesta quarta-feira. Ethereum e Ripple tinham fortes perdas depois de notícias de que Coreia do Sul e China podem proibir a negociação de moedas digitais.

Fonte: G1 Tecnologia

Repressão a criptomoedas faz preço da bitcoin cair 18%

3

O preço da bitcoin caiu 18% nesta terça-feira, 16, após a China também considerar proibir a negociação em criptomoeda, conforme relata a Reuters. Na semana passada, a moeda virtual já tinha apresentado queda de 21% após o governo da Coreia do Sul afirmar que iria proibir o usa da criptografia em transações.

No início do dia, o valor da moeda girava em torno de US$ 11 mil e está subindo lentamente para a marca de US$ 12 mil. Já outras moedas, como Ethereum e Riple, apresentaram quedas maiores, de 23% e 33%, respectivamente.

Fonte: Olhar Digital