Confira a lista de notebooks mais buscados em fevereiro

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Os brasileiros estão em busca de notebooks com maior armazenamento. É o que mostra um levantamento, que aponta também que os notebooks mais populares de fevereiro trazem Windows 10 ou Linux, 1 TB de armazenamento e 8 ou 4 GB de RAM. No entanto, é preciso ficar alerta: a variação de preço entre diferentes lojas online pode chegar a 50%.

Os dados são do buscador de ofertas online Zoom, que revelou que o notebook mais buscado do mês foi o Acer A515-51g-58vh. O computador portátil chega com processador Intel Core i5 7200U de 7ª geração, 8 GB de RAM, HD de 1 TB e placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce 940MX de 2 GB. Além disso, há uma tela de 15,6 polegadas HD (720p) e Windows 10. O dispositivo estava em oferta pelo menor preço de R$ 2.421,55 e com valor máximo de R$ 3.185,90, em uma variação de 31%.

Já na segunda colocação aparece o econômico notebook Dell i15-5566. Rodando Linux, o aparelho traz um processador Intel Core i3 6006U de 6ª geração, memória RAM de 4 GB e armazenamento HD de 1 TB. Assim como o dispositivo da Acer, este computador tem tela de 15,6 polegadas com resolução HD (720p). O preço do produto variou 35%, entre R$ 1.662,41 e R$ 2.239.

Confira a seguir a lista completa dos notebooks mais buscados:

Reprodução

Fonte: Olhar Digital

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Você sabia que a acessibilidade pode levar seu site ao topo do Google?

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Estar nas primeira posições do Google comprovadamente direciona o tráfego das buscas para o seu site. Quanto mais acima se está no mecanismo de busca, maior é número de acessos – o primeiro resultado tem, em média, 32,5% de todo o tráfego. E isso, naturalmente, gera uma grande competição entre as organizações para alcançar o topo das buscas. O investimento em SEO (Otimização para Motores de Busca, na sigla em inglês) explodiu nos últimos anos, e não é difícil encontrar artigos e dicas sobre o que fazer para melhorar a sua posição no ranking do Google.

Mas, uma coisa que pouca gente aborda é como a acessibilidade do site pode ser uma forma de melhorar o ranking das páginas. A gente vai te mostrar o que uma coisa tem a ver com a outra e como você pode aproveitar essa oportunidade para otimizar o seu site e aumentar os acessos!

Como funciona o rankeamento do Google

Para quem não conhece muito sobre SEO, vale fazer uma pequena explicação. O Google e os outros buscadores usam de algoritmos para calcular a posição que uma página deve ocupar nos resultados das buscas. Esses algoritmos são compostos de vários critérios que buscam compreender a relevância de um site para a palavra-chave pesquisada. No caso do Google, não se sabe exatamente quais e quantos são esses critérios. Mas pesquisas de especialistas e entrevistas com profissionais da empresa mostram que há ao menos 200 fatores envolvidos!

A qualidade do conteúdo, o uso adequado das palavras-chave e a organização do site são os primeiros pontos que as pessoas costumam trabalhar para melhorar no ranking. Mas, quando todo mundo já faz isso, é necessário se dedicar a outros aspectos para conseguir se destacar. E a acessibilidade do site entra justamente aí!

O que Acessibilidade tem a ver com SEO?

Acessibilidade digital é a capacidade de um site de ser flexível o suficiente para atender o maior número de pessoas possível, independente das necessidades delas e das tecnologias assistivas que usam para navegar. Ou seja, em um site acessível, todo o conteúdo pode ser aproveitado integralmente, sem que as preferências de navegação do usuário afetem a sua experiência.

O resultado disso é que os sites com acessibilidade têm as portas abertas para um público de mais de 45 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, além de também facilitarem a navegação dos idosos, por exemplo. Ou seja, um site acessível é naturalmente mais acessado, por permitir que um público maior o utilize. E o aumento do tráfego é justamente o objetivo final do SEO!

Além disso, podemos considerar que o algoritmo do Google é um usuário cego. Afinal de contas, ele percorre o conteúdo do site de forma automática, como um leitor de tela faz. A diferença é que um usuário cego consegue entender os contextos muito melhor que o Google. Logo, um site que está acessível para cegos e para as pessoas com outras deficiências vai ser percebido pelo buscador como um site mais relevante e bem estruturado.

O segredo está na UX, um aspecto que sempre recebe a atenção dos programadores na hora de desenvolver os sites. Há diversos fatores que influenciam a UX, como a própria acessibilidade, a usabilidade do site, a estruturação do conteúdo e o design. E a maioria desses aspectos são considerados pelo Google na hora de definir quem deve aparecer primeiro nos resultados. E como muitas vezes eles se misturam (o design pode influenciar a acessibilidade, por exemplo), otimizar um deles pode te ajudar a otimizar os outros.

E é sobre isso que vamos falar agora!

11 dicas e boas práticas para deixar seu site acessível

O senso comum pode te fazer pensar que acessibilidade digital é uma coisa complicada, mas não se engane. Além de serem uma grande oportunidade de negócio, as adaptações de acessibilidade não exigem nada que fuja muito dos conhecimentos básicos de qualquer programador. Além disso, grande parte das iniciativas pode ser executada pelos designers ou por quem escreve e edita os textos.

Como as diferentes deficiências que as pessoas podem ter requerem recursos de acessibilidade diferentes, vamos agrupar as dicas de acordo com os principais grupos de deficiência, para facilitar a compreensão. Mas isso não significa que você deva pensar em cada grupo de forma isolada, já que uma mesma pessoa pode ter mais de uma deficiência. Vale lembrar que as práticas de um grupo também podem ser benéficas para as pessoas de outro grupo, inclusive para quem não tem deficiência.

Deficiência visual e cegueira

1) Faça a descrição alternativa das imagens

Sempre que o seu site apresentar imagens, uma alternativa textual para elas deve estar presente, para que os leitores de tela reconheçam o conteúdo. As descrições alternativas (ALT) também são úteis para os usuários videntes, pois são exibidas caso as imagens não sejam carregadas.

Imagens com descrição alternativa são reconhecidas mais facilmente pelos mecanismos de busca, o que aumenta a visibilidade do site. O ALT também é um espaço ótimo para utilizar a palavra-chave em que você busca se posicionar.

2) Preste atenção no contraste das cores

Essa dica é especial para os designers. Colocar um contraste mínimo entre as cores de fundo e as cores dos textos do site é essencial para que todos consigam compreender as informações. Isso também vale para as imagens e outros elementos visuais coloridos do site.

A recomendação é utilizar calculadoras ou ferramentas de análise de contraste, que auxiliam na escolha das cores. Outra opção é disponibilizar uma versão de alto contraste para o site (veja um exemplo aqui). Há ferramentas que fazem isso de forma automática, como a Browse Aloud.

3) Lembre-se dos usuários daltônicos!

Estima-se que cerca de 8% dos homens e 0,5% das mulheres do mundo tenham dificuldade para diferenciar cores, ou seja, sejam daltônicos. Para que a experiência de navegação dessas pessoas não seja comprometida é importante que as informações do site não dependam das cores. Ou seja, se os links de um post do seu Blog só se diferenciarem do resto do texto pela cor – sem o uso de negrito ou sublinhado – os usuários daltônicos não perceberão essa diferença e não captarão a informação.

As principais dicas são utilizar recursos de destaque não relacionados a cores e, mais uma vez, se atentar às cores escolhidas. Ferramentas como o Colorblind podem te ajudar a enxergar a sua página como um daltônico a vê. Assim você pode realizar as correções e deixar tudo acessível!

Deficiências intelectuais e dislexia

Nem sempre um bom texto é aquele que traz o máximo de informação. A organização e a apresentação das ideias são tão importantes quanto o próprio conteúdo. Simplificar a leitura é de grande ajuda para quem tem deficiência intelectual, mas facilita a vida de todo mundo!

4) Organize o conteúdo adequadamente

Na hora de escrever, preste atenção na hierarquia dos títulos e subtítulos (também conhecidos como heading tags). O título com a tag H1 deve sempre trazer a informação de maior relevância e ser seguido pelos títulos H2, H3 e assim por diante. Isso significa que um “título menor” sempre deve estar dentro de um “título maior”, assim como a gente fez nesse post! Se você observar, vai perceber que a leitura fica mais fluida e que é mais fácil de encontrar as informações no texto. E o mesmo funciona para o Google, que consegue escanear o texto com mais facilidade e melhorar o posicionamento dele nas buscas.

5) Simplifique o seu texto

Outra dica que melhora a experiência dos usuários é a simplificação do texto. Prefira sempre as frases curtas e na ordem direta(Sujeito -> Predicado -> Complemento). Evite usar palavras muito difíceis, pois isso pode dificultar a leitura de quem tem dislexia. E se um termo técnico for necessário, explique o seu significado. O mesmo vale para termos em inglês, já que nem todo mundo é fluente na língua. Se as explicações não couberem no seu texto, use links para páginas com mais informação sobre as palavras. O Google verifica a qualidade dos links externos para entender se você é confiável, então capriche nas citações!

Deficiência auditiva e surdez

6) Legendas + Libras = Sucesso!

Há uma diferença entre quem se identifica como surdo e como deficiente aditivo. As pessoas com deficiência auditiva geralmente são oralizadas e têm o português como primeira língua. Já as surdas se comunicam em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e participam da comunidade surda. Sendo assim, é importante que os conteúdos estejam disponíveis nos dois idiomas, já que ambos são línguas oficiais do Brasil.

No caso de vídeos, sempre disponibilize as legendas e a janela de Libras. Há programas que fazem a legenda automaticamente para você revisar – o que facilita o trabalho. Colocar as legendas também possibilita a tradução automática para Libras, caso seu site possua um software que faça isso. Vale lembrar que 80% dos surdos do mundo não compreendem as línguas escritas, o significa que os textos também precisam ser traduzidos para Libras. Nessas horas, o Hugo pode te ajudar!

Deficiências motoras

7) Evite funções acessíveis só pelo mouse

Algumas pessoas com deficiência motora não conseguem utilizar o mouse para navegar. Logo, é importante que o seu site não dependa dele para realizar funções específicas. Crie atalhos de teclado para a navegação e tenha à disposição tecnologias assistivas como a eSSENTIAL ACCESSIBILITY. A plataforma permite o controle do cursor com movimentos da cabeça e comandos de voz, dando acesso a quem não usa mouse e teclado. Você pode conhecer mais sobre o software clicando aqui.

8) Crie áreas de clique maiores

Outra dica simples é aumentar a área de clique dos botões do site. Muitas vezes, os usuários não têm precisão nos cliques e isso pode dificultar o acesso a conteúdos específicos. Aumentando a área clicável dos botões você resolve o problema e garante que sua oferta seja acessada!

Dicas gerais para todos os públicos

9) Atalhos no menu superior

Nossa leitura é feita da esquerda para direita, começando sempre pelo topo. Assim, quanto mais para cima estiverem os atalhos para os recursos de acessibilidade, mais fácil será identificá-los. Em um site sem acessibilidade, os leitores de tela precisam passar por todos os menus e submenus até que o usuário encontre o conteúdo que procura, então evite esse problema com um atalho para pular para o conteúdo.

Os atalhos também ajudam os surdos, que são muito visuais. Se você não quiser disponibilizar o botão da janela de libras na lateral da tela (como fazemos aqui no Blog), dê preferência por um botão na barra superior. Disponibilizar um recurso que seja difícil de acessar não vai adiantarnada e ainda vai contra toda a ideia da acessibilidade digital!

10) Avalie a acessibilidade do seu site

Se você já trabalha a acessibilidade digital na sua página e quer garantir que tudo está em ordem, faça uma avaliação online para encontrar pontos adicionais para ajustar. A gente recomenda o avaliador da Access Monitor e o DaSilva.

Se você ainda está em um estágio inicial e não sabe por onde começar, vale à pena consultar um especialista. Ele pode realizar um diagnóstico do seu site e te ajudar a priorizar as atividades.

11) Mergulhe no mundo da acessibilidade digital!

A acessibilidade digital pode parecer uma área de conhecimento bastante ampla para quem não tem muito contato com ela. Mas, no fundo, ela envolve conceitos bastante conhecidos por quem é da área digital, seja quem trabalhe com Marketing, Design ou Programação. Se você se interessou pelo tema, não deixe de conferir os links abaixo para se aprofundar no assunto. Assim você consegue deixar seu site cada vez mais acessível e trazer cada vez mais acessos para ele!

 

Fonte: Olhar Digital

Como recuperar a senha do seu computador no Windows 10

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Esquecer senhas é algo que acontece com todo mundo. Mas e se você esquecer a senha mais importante de todas – aquela que você usa para entrar em seu computador? Felizmente, não é necessário jogar o computador fora e comprar outro – é possível usar um esquema da Microsoft para confirmar sua identidade, gerar uma nova senha e continuar usando o computador normalmente.

O tutorial abaixo ensina, passo a passo, como fazer isso. O processo de gerar uma nova senha pode acabar afetando outros apps, sites ou aparelhos que compartilhem o seu login do Windows 10 – mas se você não tiver escolha, paciência. Ao menos, você pode tentar usar uma senha mais fácil de se lembrar para conseguir acessá-los novamente.

Abaixo, mostramos como é o processo para gerar um novo PIN; para senhas, o procedimento é praticamente idêntico. E como capturas de tela não costumam funcionar nas telas de acesso do Windows 10, as imagens foram feitas com um celular – o que justifica o fato de que elas estejam um pouco pixeladas em alguns casos. Confira:

1. Na tela inicial do Windows 10, logo abaixo da caixa onde você deveria digitar a senha ou PIN, clique em “Esqueci meu PIN”;

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2. Você precisará confirmar a senha da sua conta da Microsoft;

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3. A Microsoft enviará um código de segurança para outro endereço de e-mail seu. Você pode clicar na lista para escolher o e-mail para o qual você quer que a senha seja enviada. Em seguida, preencha o e-mail no espaço abaixo e clique em “Próximo”;

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4. Usando outro computador ou um celular, entre no e-mail que você especificou acima. Você deverá ter recebido uma mensagem com a abaixo, contendo o código de segurança;

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5. Voltando ao seu computador, insira o código de segurança que você recebeu no campo abaixo e clique em “Próximo”;

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6. O Windows vai lhe avisar que essa alteração pode afetar outros programas, sites ou dispositivos que também usem seu PIN ou senha. Leia com atenção e clique em “Continuar”;

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7. Agora você pode inserir um novo PIN ou senha para seu computador.

Reprodução

Fonte; Olhar Digital

Falha no Windows 10 impedia antivírus de analisar códigos de alguns programas

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Uma ameaça poderia ter dado muita dor de cabeça à Microsoft. Foi descoberta uma vulnerabilidade no Windows 10 que impedia que algumas linhas de código fossem analisadas pelo antivírus em condições específicas, o que permitiria que malwares se instalassem no computador sem serem notados.

A vulnerabilidade reside no AMSI (sigla para Interface de Escaneamento Antimalware), um novo recurso implementado no Windows 10 que simplifica a análise de arquivos e programas atrás de código malicioso criando um canal entre o sistema operacional e seus aplicativos e o software de antivírus de sua preferência.

O que acontecia é que o AMSI se tornou incapaz de analisar o código de arquivos que contassem com um caractere nulo. Isso significa que todas as linhas de código após o tal caractere deixavam de ser analisadas. Assim, um cibercriminoso ciente desta falha precisaria apenas incluir o código após o símbolo que faz o AMSI parar de funcionar para passar indetectado.

Satoshi Tanda, o pesquisador responsável por encontrar a falha, diz em seu blog que o problema afetava especificamente conteúdo PowerShell. Diante do caractere nulo, o sistema entendia que se tratava do final do código, encerrando o escaneamento.

Felizmente, Tanda alertou a Microsoft e a falha já foi corrigida na última “Patch Tuesday”, termo que se refere normalmente à segunda terça-feira do mês, quando a empresa libera atualizações regulares de segurança para seus produtos. Vale a pena atualizar seu Windows para se manter seguro.

Fonte: Olhar Digital