Novidade da tecnologia assistiva dá mais autonomia aos deficientes visuais

Realizar pagamentos, fazer compras e ler são atividades simples do dia a dia, mas que um enorme desafio para quem sofre de deficiência visual. Mas, essa é uma realidade que está em plena mudança: a tecnologia está trazendo cada vez mais soluções para que as pessoas possam enxergar o mundo sem precisar dos olhos. Só no Brasil, segundo dados do IBGE, são mais de 6,5 milhões de pessoas que não enxergam ou possuem a visão reduzida e que podem se beneficiar com os avanços tecnológicos.

Essa biblioteca em São Paulo é um exemplo. Aqui, dispositivos vestíveis e algoritmos de inteligência artificial tornam possível o acesso a um acervo de mais de 600 obras.

Por meio de uma câmera e de uma armação de óculos, esse equipamento fotografa, escaneia e transforma os textos em áudios, que são transmitidos para um fone de ouvido. Ele funciona em qualquer tipo de plataforma: livros, revistas, jornais, placas de sinalização, cardápios, telas de smartphones e computadores, além de conseguir ler em português e inglês.

E a tecnologia não está limitada somente à leitura de textos, ela também é capaz de reconhecer pessoas e objetos.

No quesito pagamento, existem diversas soluções que prometem facilitar o dia a dia de deficientes visuais. Este aplicativo para smartphones permite que as pessoas com deficiência confirmem o valor da transação e a forma de pagamento antes de digitar sua senha na máquina de cartão.

Depois do atendente inserir o cartão e digitar o valor na máquina, o usuário aciona o aplicativo e aponta a câmera do celular para o terminal. O sistema, então, lê as informações que estão na tela.

Atualmente, o aplicativo é capaz apenas de ler a tela da máquina de cartão. Mas os desenvolvedores pretendem incluir novas funções com o tempo.

Além de contemplar quem usa cartão, os aplicativos também ajudam quem usa papel-moeda. Este aqui, por exemplo, identifica e lê em voz alta o valor de moedas de até 20 países diferentes. Basta o usuário apontar a câmera do celular para o dinheiro e conferir quanto está entregando para o caixa e se o troco está certo.

Já este app consegue reconhecer objetos, tanto na casa do usuário, quanto em supermercados e lojas. Dessa forma fica mais fácil da pessoa identificar se está comprando o produto certo. Esses são apenas alguns exemplos de como a tecnologia pode – e já está ajudando – deficientes visuais a ganhar mais autonomia. Ainda não é a cura, mas são instrumentos super importantes para a qualidade de vida de milhares de pessoas.

 

Fonte: Olhar Digital

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Google lança aplicativo grátis que ensina programação

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A Area 120, uma área do Google que funciona como uma espécie de incubadora de startups dentro da empresa e com funcionários dela, lançou recentemente um aplicativo educativo chamado Grasshopper (“gafanhoto”). O aplicativo ensina a programar em JavaScript usando ilustrações e problemas simples, de modo que mesmo quem não tem nenhuma experiência na área consiga aprender.

O Grasshopper começa de maneira bem simples: caso o usuário diga a ele que nunca estudou programação antes, ele começa com uma breve aula sobre o que a programação é. Em seguida, o app começa a ensinar JavaScript usando uma mistura de exercícios, questões de múltipla escolha e textos mais aprofundados que explicam, por exemplo, o que são funções e argumentos.

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Escrever o código propriamente é relativamente simples, já que não depende tanto assim do teclado do celular. O aplicativo deixa algumas opções prontas de texto que podem ser inseridas com um clique, o que facilita o processo. E caso o usuário precise escrever para editar um string específico, por exemplo, aí sim o teclado aparece.

Num estilo parecido com o do Duolingo, o aplicativo se oferece para dar ao usuário lembretes para que ele pratique mais. Por enquanto, o app inclui três grandes lições que abordam os aspectos fundamentais de programação em JavaScript (como o que são objetos e o que são variáveis) e algumas noções de animação com a linguagem.

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Quando o usuário chega ao fim das lições, porém, o app oferece outros recursos por meio do qual é possível continuar os estudos – embora nem todos eles sejam gratuitos. De qualquer maneira, ele tem também um recurso chamado Code Playground, onde é possível testar novas combinações dos recursos e funções aprendidos nas demais aulas.

Por enquanto, há um único problema com o app para usuários brasileiros: ele só está disponível em inglês. Apesar disso, as instruções dos problemas do aplicativo são simples de se entender mesmo sem linguagem. E como a própria JavaScript é em inglês, isso acaba sendo também uma maneira de se acostumar com esse aspecto da programação. O Grasshopper pode ser baixado para Android iOS.

Fonte: Olhar Digital

Testamos: Philips Bass+ é uma boa opção para quem curte fones grandes

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Com mais e mais fabricantes de celular eliminando a saída P2 de seus dispositivos, a procura por fones de ouvido Bluetooth deve crescer cada vez mais. Isso, e o fato de que a ausência de fios é bem conveniente, devem ser alguns dos fatores que motivaram a Philips a lançar por aqui os seus fones Bass+ SHB3075.

O Bass+ é um fone do formato “over ear” (ou “sobre a orelha”). Ele não fica dentro da orelha, como os fones “in ear”, nem cobre ela totalmente, como os “on ear”, mas fica sobre acima dela. A principal vantagem deles é mesclar um isolamento acústico aceitável e um tamanho relativamente pequeno com uma sensação espacial do som: apesar de ser um fone, ainda é possível diferenciar os sons mais próximos e distantes das músicas.

E, nesse quesito, o Bass+ entrega basicamente o que você esperaria de um fone dessa categoria – nem muito mais, nem muito menos. Com um som bem arredondado, um encaixe relativamente confortável e uma conectividade decente, ele é uma opção conveniente para quem gosta de fones desse tipo mas quer se livrar dos fios. Mas se você não gosta de fones desse tipo, não será o Bass+ que mudará a sua opinião.

O Bass+ tem um design simples, mas bem legal. Ele tem uma coloração meio fosca interessante, que o torna mais discreto e menos suscetível a impressões digitais. Os dois fones têm uma quantidade bem aceitável de acolchoamento, e a altura de cara um deles é regulada por pequenas molas que ficam dentro da estrutura do fone. Ajustá-los à sua cabeça é um processo bem simples, e eles felizmente não se desajustam sozinhos.

Esse acolchoamento que os fones têm é suficiente para tornar o uso deles confortável. No entanto, em sessões prolongadas de uso, os fones acabam doendo um pouquinho nas orelhas, ou no topo da cabeça onde a alça se apoia. São problemas comuns, até certo ponto, a todos os fones com esse formato – o Bass+ não os resolve, mas também não sofre deles de maneira particularmente grave.

No fone do lado direito há também os botões de controle de conectividade, energia e reprodução. Eles também são discretos e, felizmente, são fáceis de se diferenciar apenas pelo toque – você nunca precisará tirar os fones para achar o botão que quer apertar. Também do lado direito está a porta microUSB por meio da qual o fone é carregado, o microfone e uma luz azul e branca que ajuda a indicar quando o fone está ligado ou buscando aparelhos Bluetooth para parear.

De maneira geral, o design do Bass+ é bem competente e funcional: não há nada de particularmente excelente nele, mas ele cumpre muito bem as funções que precisa cumprir. O material do qual ele é feito é leve mas de aspecto resistente, os botões são fáceis de usar e os fones ainda “giram”, o permite que o fone se encaixe em embalagens chatas. Não chega a ser algo tão útil quanto seria se ele se dobrasse para ficar menor, mas é um recurso interessante de qualquer maneira, que também facilita o processo de colocá-lo e removê-lo.

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Usabilidade

Parear os fones com seu celular ou outro equipamento Bluetooth é algo simples. Você ativa o bluetooth do dispositivo, liga os fones, segura o botão “bluetooth” dos fones, encontra-os com o seu dispositivo e pronto. Uma voz feminina simpática anuncia quando os fones se conectam a outro aparelho (ou se desconectam dele), o que é bem útil.

Após fazer isso pela primeira vez, das outras vezes fica bem mais fácil: enquanto o fone estiver ligado perto do seu celular, basta ligar o bluetooth do celular que ele conecta automaticamente. Funciona de maneira consistente e prática. No entanto, a comunicação do fone com o celular é sujeita a algumas pequenas falhas: quando você passa por alguma multidão, por exemplo, a música ou ligação que você está ouvindo pode acabar sofrendo pequenas interrupções de menos de um segundo.

São problemas raros, mas que não se pode deixar de mencionar. E, naturalmente, eles podem variar dependendo do dispositivo com o qual você pareia o fone. Os controles, por outra parte, funcionam sempre muito bem: usando os botões do fone, é possível atender (ou rejeitar ligações) e até mesmo chamar a Siri ou a Google Assistente – sem falar, é claro, nos controles de volume e reprodução.

Há um botão no fone dedicado a isso: apertando-o, é possível tocar ou pausar a faixa; com dois toques rápidos, pula-se para a próxima faixa e, segurando o botão por dois segundos, volta-se para a anterior. Esse último controle é um pouco problemático, já que ele dificulta voltar várias faixas de uma vez só, E se você acaba de ouvir uma música e tenta voltar ao começo dela depois da faixa seguinte ter começado, às vezes o fone não entende e fica voltando para o começo dessa faixa seguinte.

Outro pequeno problema é que o fone, depois de ser desligado, não se lembra do nível de volume no qual ele estava quando foi desligado. No meu caso, eu sempre precisava aumentar o volume três vezes depois de colocar o fone, porque o volume do celular já estava no máximo, e isso era um pouco inconveniente.

Som

Com o nome de Bass+, você esperaria dos fones da Philips uma presença marcante nas frequências graves. O que eles entregam é ainda melhor que o esperado. De fato, os graves são o destaque do perfil sonoro deles, mas eles não são estourados e exagerados como nos fones da Beats, por exemplo. Eles são surpreendentemente arredondados e controlados, o que permite ouvir com clareza também outros detalhes da música.

Batidas de funk e hip-hop têm uma presença notável – embora sem aqueles impactos de sacudir o crânio que teriam em fones exageradamente graves. E também é interessante que o tamanho dos fones, embora relativamente pequeno, ainda permite que eles dêem uma boa sensação de espacialidade aos sons – tudo parece estar tocando em um palco bem grande.

Isso à parte, as frequências médias do Bass+ também tem uma pegada firme, o que garante que guitarras distorcidas de rock e metal gritem com uma força adequada, mas nunca exagerada. As vozes em canções pop também ganham um certo destaque, às vezes um pouco em detrimento das frequências mais agudas das cordas, pratos ou sopros.

Mas de maneira geral, o som do Bass+ é bem neutro, o que é bom pois permite que cada pessoa ajuste o equalizador de seu dispositivo ou app da maneira como preferir. Só fique atento se você estiver vindo de um fone como o Beats, que tem um perfil sonoro muito específico – é possível que você estranhe o som das suas músicas favoritas logo após a mudança.

Quanto ao isolamento, as colchas em torno dos fones oferecem uma proteção boa – mas não ótima – contra o som ambiente. Para a maioria dos casos, não tem problema; mas se você estiver em algum local muito barulhento, pode acabar tendo que aumentar o volume do som além do recomendável. É uma pena, porque quando você usa as mãos para “forçar” os fones do Bass+ para perto da sua orelha, dá para ouvir com ainda mais clareza o belo perfil sonoro dele.

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Bateria

A Philips promete até 12 horas de duração para a bateria do Bass+, e embora esse número soe um pouco exagerado, ele é mais perto da realidade do que as estimativas de bateria das fabricantes costumam ser. Supondo que você leve uma hora para ir ao trabalho e uma hora para voltar, você pode começar a usar o fone na manhã de segunda-feira e passar a semana toda sem se preocupar em carregá-lo novamente.

Se você levar mais tempo do que isso para chegar ao trabalho (como infelizmente é o caso de muita gente), pode ser necessário recarregar o fone no meio da semana, o que não é um grande problema. Ele vem com um cabo USB-microUSB que permite conectá-lo a qualquer porta USB tradicional para que ele se carregue.

Uma omissão notável, porém, é que a caixa do Bass+ não vem com um carregador de parede. Você provavelmente deve ter uma porta USB disponível no seu computador ou notebook para carregar o fone. Mas mesmo assim, deria conveniente não precisar ocupá-la. Fora isso, aparelhos costumam se recarregar mais rapidamente quando ligados diretamente na tomada. Mas é um problema pequeno pois, de qualquer maneira, o fone se recarrega de maneira suficientemente rápida para que você não precise se pprogramar com muita atecedência para poder usá-lo.

Conclusão

Uma busca rápida no Google mostra que o Bass+ sem fio da Philips é vendido por R$ 200. É um bom dinheiro para se investir em um fone e, diante disso, é um pouco chato que ele tenha pequenos “lapsos” como probleminhas de conectividade e o problema dele não lembrar o volume.

Por outro lado, esses R$ 200 acabam comprando um fone com um perfil sonoro bem legal, um encaixe confortável na cabeça, boa bateria e usabilidade simples. O design dos fones também resiste a algumas quedas e impactos, é discreto e se adequa bem à maioria de ambientes – se isso for um fator importante para o lugar onde você trabalha, por exemplo. É um fone que, ao que tudo indica, poderá ser usado por um bom tempo até que você precise trocá-lo. Não é difícil imaginar que ele dure mais que dez pares de fones de 20 reais, por exemplo.

Se você gosta de fones do formato “on ear” e está em busca de um par sem fios, o Bass+ da Philips é uma ótima opção. Se você nunca usou um fone desse tipo, por outro lado, e valoriza muito a portabilidade de seus fones (a ponto de não ligar para fios, por exemplo), é melhor tentar vestí-los antes de investir neles – de repente, para o que você precisa, um fone menor é melhor. De qualquer maneira, o Bass+ é um acessório muito bem feito – ainda que não seja exatamente para todos.

Fonte: Olhar Digital

Como encaminhar imagens com legendas no WhatsApp

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Quando você usa o WhatsApp para conversar com várias pessoas, é comum encaminhar uma imagem para outro contato. Por padrão, as imagens que forem apenas encaminhadas não vão com suas legendas. Confira, neste tutorial, como encaminhar imagens com legendas no WhatsApp.

O recurso utilizado neste tutorial costuma ficar escondido em meio a tantas funções do mensageiro, e a boa notícia é que ele não depende de aplicativos externos. Veja o passo a passo abaixo para utilizá-lo:

  1. Em um chat onde a imagem já foi enviada, toque e segure sobre ela. No menu da parte superior da tela, clique no ícone representado por “três pontos” e em “Compartilhar”;

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  2. Nas opções de compartilhamento do Android, selecione o “WhatsApp” e o contato desejado;

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  3. Agora, você pode editar a legenda ou até a mesmo a foto antes do envio.

iOS

O processo a ser feito no iOS é basicamente o mesmo do Android. A única mudança é que no primeiro passo, você deverá tocar e segurar sob a “legenda”, e selecionar a imagem depois que a legenda aparecer selecionada. Quando os dois já estiverem selecionados, toque no botão para compartilhar e selecione o WhatsApp. A imagem já será encaminhada junto com a legenda.

Fonte: Olhar Digital