Trump revolta empresas de tecnologia com ordem contra imigrantes muçulmanos

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No sábado, 28 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que proibia a entrada de refugiados sírios no país por 120 dias. A ordem, além disso, também bania do território estadunidense quaisquer imigrantes de sete países de maioria muçulmana: Irã, Iraque, Síria, Sudão, Líbano, Iêmen e Somália. Por tratar-se de uma ordem executiva, ela entrou imediatamente em efeito.

Motivações à parte, a ordem provocou caos nos aeroportos. Passageiros da Síria que haviam embarcado antes de a ordem ser assinada chegaram aos EUA com visto e tudo, mas mesmo assim foram presos. A medida provocou protestos em torno de aeroportos e, no dia seguinte, a União de Liberdades Civis dos EUA (ACLU) conseguiu fazer com que um juiz revertesse alguns dos efeitos mais nefastos da canetada de Trump.

Entre sábado e domingo, contudo, as empresas de tecnologia se posicionaram fortemente contra a medida do presidente. Muitas delas, além de demonstrar publicamente seu repúdio à atitude xenofóbica, também criaram fundos de apoio e ofereceram serviços às pessoas afetadas pela ordem executiva. Abaixo, separamos alguns dos exemplos mais notáveis.

Google

Liderado por um imigrante indiano, o Google tinha bons motivos para se posicionar contra a medida de Trump. O CEO da empresa, Sundar Pichai, não costuma se posicionar publicamente sobre assuntos políticos, mas dessa vez foi ao Twitter manifestar seu apoio aos imigrantes afetados:

 

Fonte: Olhar Digital

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