Testamos: G5 SE, o caríssimo intermediário de luxo da LG

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A LG lançou ontem o G5 SE, o “primo pobre” do principal top de linha da empresa sul-coreana. Com hardware que cumpre o que promete, o telefone chega ao Brasil custando R$ 3.499. O Olhar Digital testou o aparelho e percebeu que ele não vale o que custa, mesmo sendo charmoso e interessante.

De cara o telefone impressiona pelo design premium. A carcaça metálica conta com apenas dois botões, sendo um localizado na parte traseira do telefone, como no G5. Esse serve de “Home” e também conta com leitor de impressão digital. A outra tecla fica localizada na lateral do aparelho funciona como um controlador de volume.  A resolução da tela de 5,3 polegadas é de 2560 x 1440 pixels e traz imagens impressionantes, principalmente na execução de filmes e jogos.

O processador, por sua vez, deixa a desejar. A empresa parece ter tentado enxugar os custos de fabricação do telefone e, por essa razão, alterou a principal a peça do telefone. O Snapdragon 652 octa-core com quatro núcleos de 1,8 GHz e outros quatro de 1,3 GHz não são tão fortes quanto os componentes utilizados no Xperia Z5 e no Galaxy S7, por exemplo. O celular conta também com apenas 3 GB de memória RAM.

As três câmeras do telefone são um ponto alto do aparelho. Mesmo que elas não possuam a mesma quantidade de megapixels (a qual não define a qualidade do componente) de alguns concorrentes, elas têm recursos interessantes. Os fotógrafos de plantão poderão ajustar diversas configurações de câmera, inclusive a quantidade luz capturada, a temperatura da cor e o foco. O zoom também não deixa a desejar e consegue capturar detalhes minúsculos de objetos.

A gravação de vídeos também é boa e é interessante que o telefone tenha a função de gravação em câmera lenta, o que deixa o componente mais atrativo. Se existe algo que talvez não vá decepcionar quem comprar o G5 SE será a câmera.

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No mais o telefone conta com algumas funcionalidades interessantes, mas não necessariamente impressionantes. O leitor de impressão digital funciona bem e a usabilidade do aparelho é simples, tornando-o de fácil aprendizado até para quem não é tão familiarizado com a tecnologia.

A conclusão que fica é que temos um aparelho bom em mãos, mas que não vale o preço cobrado. Não que seja aceitável pagar milhares de reais por qualquer outro telefone top de linha. Alguns deles, pelo menos, se esforçam um pouco mais para tentar provar por que valem o alto investimento.

 

Fonte: Olhar Digital

 

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